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REVOLTA DOS BÚZIOS - ELYSIO ATHAÍDE E SOLANGE COELHO

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quarta-feira, 5 de maio de 2010

tecologia e esola - Eduardo Chaves

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World expo pavilions

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UtilizaçãO Da Tecnologia

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A tecnologia na Educação (Eduardo Chaves)

A Tecnologia na Educação

Eduardo O C Chaves

Muitos autores têm chamado nossa atenção para o fato de que se um médico, um engenheiro e um professor tivessem sido congelados cem anos atrás, no final do século dezenove, e, agora, fossem descongelados e tivessem que voltar a exercer suas profissões, o médico e o engenheiro não teriam a menor condição de voltar a trabalhar sem extensa readaptação, pois suas profissões foram profundamente transformadas, nos últimos cem anos, em grande parte pelas descobertas científicas e pelos desenvolvimentos tecnológicos.

O médico (para pegar só esse exemplo) não saberia o que fazer com tomógrafos, equipamentos de ultrassonografia, ressonância magnética, cintilografia, não conheceria a maior parte dos remédios hoje disponíveis, ficaria abismado, dentro dos centros cirúrgicos, com as técnicas cirúrgicas, as operações feitas com a ajuda de microcâmeras, o uso do laser, e de tantas outras coisas. Ele teria, na realidade, que reaprender a exercer a sua profissão.

O mesmo vale para o engenheiro e para quase todas as outras profissões que já existissem cem anos atrás.

E o professor? Este, em contraste com o médico, provavelmente entraria sem problemas numa sala de aula típica de nossas escolas e, ressalvada alguma esatualização nos conteúdos (que estariam meio envelhecidos), não teria a menor dificuldade em continuar a dar aulas do mesmo jeito que o fazia há 100 anos - porque esta é a forma que a maior parte dos professores de hoje ainda dá aulas. Ele não precisaria, de forma alguma, reaprender a exercer a sua profissão.

Por que esta diferença? Por que este contraste? Por que, de todas as áreas de nossa sociedade, a educação escolar é a que mais tarda em se valer das tecnologias de informação e comunicação que hoje estão disponíveis?

Se a educação escolar deve, hoje, preparar as pessoas para viverem, como indivíduos, cidadãos e profissionais, no século XXI, em que a presença da tecnologia na vida diária, social e profissional certamente será maior ainda, por que não nos valemos, para educar, dos recursos tecnológicos à nossa disposição?

Não há nada sagrado e permanente nas tecnologias que usamos para educar.

Antigamente, usava-se apenas a voz. Sócrates, talvez, seja o maior educador que se valeu exclusivamente de sua voz para educar. Ele chegou até mesmo a criticar o uso de materiais escritos (textos) na educação: segundo ele, textos, além de enfraquecer nossa memória, não permitem a interação e o diálogo que, para ele, era essencial na educação.

Apesar da oposição de Sócrates, as tecnologias envolvidas na preparação de materiais escritos entraram, e entraram para ficar, na educação.
Originalmente manuscritos, os textos, a partir de meados do século XV, começaram a ser impressos - o livro impresso sendo mais uma tecnologia que alterou profundamente nossa forma de educar.

Hoje não saberíamos educar sem usar materiais escritos para preparar nossas aulas, sem poder esperar que nossos alunos tenham acesso a livros texto, livros paradidáticos, enciclopédias, revistas, jornais, e materiais impressos de toda a ordem.
Levou quase 500 anos para livros e revistas serem vendidos, por baixo preço, em bancas que encontramos a cada esquina, e para se tornarem onipresentes na educação.

É possível que daqui a uns vinte anos, quem sabe menos, as pessoas olhem para trás e se perguntem como é que nós educávamos, no final do século XX, sem computadores, sem redes digitais que transmitem informações multimídia de um canto para o outro do mundo em microssegundos, sem ferramentas de busca e pesquisa que nos permitem encontrar qualquer informação em segundos, sem poder nos comunicar instantaneamente uns com os outros independentemente do local em que nos encontramos.

Ou será que daqui a vinte anos ainda estaremos educando do mesmo jeito de hoje, do mesmo jeito que o fazia, cem anos atrás, o professor congelado, usando apenas as tecnologias da voz, do livro, do giz e do quadro negro?

sábado, 1 de maio de 2010

NOVA ORTOGRAFIA DA LÍNGUA PORTUGUESA

Importante saber sobre o novo acordo ortográfico da Língua Portuguesa, visite o site
http://www.brasilescola.com/acordo-ortografico/

quarta-feira, 28 de abril de 2010

CONSELHO DE CLASSE DO DIA 24/04


Projeto África 2010 (professores padrinhos e madrinhas):

- 5ª M1 (Cristiane e Elisângela)...............África do Sul

- 5ª M2 (Edson e Lidia)...........................Argélia

- 6ª M1 (Franz e Sandra)........................Gana

- 6ª M2 (Adriana)...................................Camarões

- 7ª M1 (Edson e Vanessa)....................Costa do Marfim

- 7ª M2 (Adriana e Maria das Dores).......Nigéria

- 8ª (Guto)............................................Brasil

- Culminância: 16, 17 e 18/06. Datas destinadas para: finais dos campeonatos de Futebol de botão e de campo (16/06, Guto está coordenando esse campeonato), arrumação do ambiente (17/06) e apresentação final do projeto em sala (18/06).

- Valor 4,0 pontos na 2ª Unidade

- Não será necessário apresentar objetivos da disciplina para os professores responsáveis (padrinhos e madrinhas), o professor pode direcionar em cada turma seus conteúdos e objetivos a serem explorados, referente ao país da turma.

- Os professores padrinhos e madrinhas irão direcionar os trabalhos com a turma, como a forma de apresentação do tema, domínio de conteúdo, criatividade..., visando toda a proposta do projeto que envio anexo, caso algum colega ainda não o tenha. Sei que não é o primeiro projeto nosso e que os outros foram tão bons quanto será esse, pois até os erros tem que ser valorizados porque deles saem os acertos, mas os alunos tem que ter a "semente plantada" na mente de que esse é um projeto pedagógico, de conhecimentos, integração e criatividade de suma importância para sua formação e não meramente de aquisição de notas, se acumularmos o trabalho esse se tornará o principal motivo dos alunos em participar do projeto e pra quem participar.

Vanessa, peço desculpas antecipadamente, mas pessoalmente explicaremos melhor a mudança de turma que fizemos com você.

Conselho de Classe:

- Fizemos um levantamento geral dos problemas, dentre eles:

- Indisciplina

- Falta de iniciativa dos alunos

- Falta de regras estabelecidas pelo coletivo (regimento)

- Aulas vagas por disciplinas que não tem professores ou por ausência de professores, alunos ociosos e no corredor da escola

- Liberação da turma antes do término da aula, alunos ociosos e no corredor da escola

- Atraso no início da aula, alunos ociosos e no corredor da escola

- Descompromisso dos funcionários (corredor e portaria)

- Ausência da Direção e faltas da Vice-direção

- Ausência dos pais na escola, salvo algumas exceções

- As turmas 5ªM2, 6ªM2, 7ªM1 e M2 e 8ª foram consideradas indisciplinada e/ou desmotivadas em algumas disciplinas e em outras não

- Alunos faltosos

- Alunos especiais

- Falta de preenchimento das observações por aluno na caderneta

- Ameaças de alunos

- Em algumas aulas, falta de uma metodologia mais integradora e dinâmica e menos metódica

- Falta de conhecimentos básicos inclusive em alunos de 8ª série

- Sugestões:

- Propor desafios para a turma, fazendo-os construir situações e formas de enfrentamento para resolvê-las

- Trabalhar mais a interpretação de uma forma geral

- Promover maior produção em aula e menos exposição de conteúdo e com isso haverá um maior aproveitamento (pelo menos pretendemos), o conteúdo vai ser aplicado de forma diferente

- Dar suporte aos colegas que enfrentam problemas nas turmas como indisciplina, desmotivação, ameaças, dentre outros, acredito que esse suporte pode ser dado diretamente com a turma ou dialogando com o colega que apresente essa necessidade de ajuda, precisamos expor aos demais a metodologia de cada um que dá certo na turma, que faz a turma ficar integrada, disciplinada e participativa

- Cobrar participação da Direção nas atividades do turno, como nas ameaças de alunos, os alunos faltosos (preenchimento do FICAI), dentre tudo

- Cobrar a participação dos funcionários e evitar fazer a função deles como sair da sala para controlar o corredor

- Ao encerrar a aula antes do horário, retirar a turma da sala e direcionar ao pátio evitando que fiquem no corredor e portas das outras salas

- Campanha aula vaga zero (retirei isso de uma Faculdade). Para as turmas que estão sem professor cobrar a nomeação dos mesmos (História 6ª M2 e Geografia 7ªM1 e M2). Evitar a falta, mas ao faltar planejar um preenchimento para a lacuna, acredito que o representante da turma poderá administrar essa situação.

- Realizar reunião de pais e chamá-los à parceria com a escola, precisaremos das notas, portanto acredito que poderá ser na 2ª semana de Maio

- Fazer chamada e preencher as observações nas cadernetas. Observar mais os alunos que assistiram os primeiros horários e não ficaram para os últimos ou que estão na escola mas não entrou na sala, controlar a freqüência e sinalizar a Direção para o posicionamento com os pais e para o preenchimento do FICAI

- Professores, realizar auto-avaliação

- A partir da reunião de pais, formar um conselho (CPI, Comissão Participativa e Integradora, gostei disso) para ajudar, fiscalizar e apontar soluções no processo educativo escolar, promovendo a mudança do regimento e aplicações de tarefas como punições.

- Entender e respeitar as diferenças, isso é do professor para os alunos e dos professores entre si, como exemplo o uso de diferentes metodologias. Na opinião de Adriana isso vale até o momento em que as diferenças não prejudicam o trabalho do outro

Conselho realizado pelos professores: Aimara, Lidia, Guto, Edson, Maria das Dores, Franz e Adriana

Colegas, se esqueci ou deturpei algo, favor corrigir. Abraços,

Adrian